2.17.2007


Por falta de inspiração/criatividade, este blog está parado (novidade...).

No momento, só estarei postando algumas notícias num grupo que mantenho no Multiply.

visite o link
 
posted by Franco at 2/17/2007 | 3 comments
12.28.2006


 
posted by Franco at 12/28/2006 | 2 comments
11.22.2006


Ou, em bom português, os 25 grandes obras de Cicências de todos, mas todos os tempos mesmo!

LINK
 
posted by Franco at 11/22/2006 | 2 comments
10.28.2006


http://www.rjrconsultores.com.br/nano/index.htm


Saiba porque a nanotecnologia vai afetar o seu mercado e os seus negócios

A partir da manipulação de átomos e moléculas, ocorrida em 1985 com a descoberta do Microscópio de Tunelamento, os governos, o mundo científico e as principais empresas do mundo vem investindo maciçamente no avanço do nanoconhecimento e nas suas aplicações práticas, a nanotecnologia.

Se você precisa estar bem informado sobre os últimos avanços da nanotecnologia e, principalmente, saber como ela afeta a sua empresa e os seus consumidores, venha ouvir o que especialistas da Petrobrás, Embraer, Votorantim Novos Negócios, Suzano Petroquímica, Braskem Petroquímica, Oxiteno, AUDI Brasil, Mahle, Rieter – Ello, SENAI / CETIQT, Santista, Clariant, Boehme, Embrapa, ECIL Informática, AEGIS Semicondutores, SMART, Ponto Quântico Nanodispositivos, O Boticário, Gusmão & Labrunie, Orbys, Monitor Group do Brasil e das instituições de ensino : USP, UNICAMP, UFCAR, UFRJ, UFMG, UFRGS e UFPE tem a dizer.

Não fique de fora, reserve já a sua vaga no II Congresso Internacional de Nanotecnologia, Nanotec 2006, e escute, de quem sabe, porque até 2014 os produtos que incorporam nanotecnologias movimentarão mais de US$ 2,4 trilhões.

O congresso acontece simultaneamente à feira Nanotec Expo 2006 – com entrada gratuita - e terá atividades no período da manhã, das 9h00 às 12h30, e da tarde, das 15h00 às 16h30. O valor da inscrição é de R$ 1.100,00. Empresas associadas das instituições co-promotoras terão 50% de desconto. Professores, cientistas e funcionários das universidades que participam da feira pagarão somente R$ 350,00.
 
posted by Franco at 10/28/2006 | 2 comments
10.26.2006


1 x 8 + 1 = 9
12 x 8 + 2 = 98
123 x 8 + 3 = 987
1234 x 8 + 4 = 9876
12345 x 8 + 5 = 98765
123456 x 8 + 6 = 987654
1234567 x 8 + 7 = 9876543
12345678 x 8 + 8 = 98765432
123456789 x 8 + 9 = 987654321

1 x 9 + 2 = 11
12 x 9 + 3 = 111
123 x 9 + 4 = 1111
1234 x 9 + 5 = 11111
12345 x 9 + 6 = 111111
123456 x 9 + 7 = 1111111
1234567 x 9 + 8 = 11111111
12345678 x 9 + 9 = 111111111
123456789 x 9 +10= 1111111111

9 x 9 + 7 = 88
98 x 9 + 6 = 888
987 x 9 + 5 = 8888
9876 x 9 + 4 = 88888
98765 x 9 + 3 = 888888
987654 x 9 + 2 = 8888888
9876543 x 9 + 1 = 88888888
98765432 x 9 + 0 = 888888888

1 x 1 = 1
11 x 11 = 121
111 x 111 = 12321
1111 x 1111 = 1234321
11111 x 11111 = 123454321
111111 x 111111 = 12345654321
1111111 x 1111111 = 1234567654321
11111111 x 11111111 = 123456787654321
111111111 x 111111111=12345678987654321
 
posted by Franco at 10/26/2006 | 4 comments
10.25.2006


Este artigo é baseado na tradução do artigo "Winmódens - Comienza la pesadilla", publicado na revista Users Linux #4. Note que a tradução não foi feita "ao pé da letra", mas com objetivo principal de resgatar as informações mais importantes do artigo, de forma que possam ser entendidas por usuários que vierem a ler este texto.

Por se tratar de um artigo um pouco antigo, alguns drivers e links indicados podem estar desatualizados. Os procedimentos sugeridos não foram testados por aqui, mas o artigo pode ser de alguma ajuda quanto aos passos a serem seguidos na instalação de drivers para winmodens.



Fizemos esta subjetiva e dramática introdução porque, em primeiro lugar, trata-se de um tema complicado, e também porque existem numerosos dispositivos de diferentes marcas disponíveis e todos muito distintos.

ALGUMAS DEFINIÇÕES
Quando falamos de winmodens e de linmodens, estamos falando de dispositivos que têm capacidades inferiores às de um modem comum.

Um winmodem depende de software para funcionar. Desta maneira, por haver pouco "hardware" presente nesse aparato e muito "software", esses bichos feios são muito mais baratos e populares em comparação com um modem externo, que não necessita de drivers para emular as funcionalidades do hardware.

Pesquisando na internet, os leitores poderão ler que os winmodens são "um pouco menos" do que os modens comuns. Do ponto de vista de quem escreve esta nota, um winmodem pouco tem a ver com um modem comum (um cumprimento especial ao meu modem externo de cor salmão, 56 K Cirrus Logic). Um ponto a favor desses dispositivos é que são muito mais baratos, e algumas vezes o software custa bem menos que o hardware, mas nem sempre é assim. Finalmente, um linmodem é como um Linux, assim como um winmodem é como um Windows.

VAMOS À LUTA!

Para começar, voltemos à minha nota sobre modens DSL USB, onde encontrarão uma coincidência. Poderão ver que, em ambos os casos, o primeiro passo que devemos dar é averiguar que chipset nosso winmodem possui. Se não soubermos qual o chipset e nos empenhamos a provar diversos drivers ao acaso, estaremos começando com o pé esquerdo. Já é incômodo fazer com que um winmodem funcione bem; imagine então o quão incômodo será querer fazê-lo funcionar com um driver para um chipset que não seja adequado. Então, teremos de averiguar qual é o chipset, lendo a documentação do nosso winmodem ou recorrendo à alguma ferramenta de diagnóstico que nos permita sabê-lo.

A FERRAMENTA SCANMODEM (SCANMODEM TOOL)

No caso da segunda opção, nos remetemos a linmodems.org, um excelente site com informações sobre modens e GNU/Linux, através do qual poderá baixar a ferramenta scanModem (linmodems.technion.ac.il), a qual lhe permitirá saber qual é o chipset de seu modem.

Os passos que devemos seguir são: descarregar o código fonte da ferramenta, descompactá-lo, fornecer permissões de execução e executá-lo:

root@surviving$ gzip -d scanModem.gz
root@surviving# chmod +x scanModem
root@surviving# ./scanModemM


Tendo em conta que, embora me pareça importante explicar o uso básico desta pequena ferramenta que nos pode ser útil, não me interessa em absoluto basear esse texto nela. Entendam que podemos ser afortunados e saber qual o chipset de nosso modem, mas pode ocorrer que o scanModem não funcione como esperamos. Então, teremos que recorrer a outros recursos. É recomendável que leiam o howto sobre winmodens que circula na web, que pode perfeitamente complementar a informação exposta nestas linhas.


OUTROS CAMINHOS...

Como ocorre algumas vezes, existem outros caminhos disponíveis, de modo que se não encontrarmos a informação desejada, os seguintes comandos com seus respectivos atributos possam, talvez, nos brindar com alguma informação. Para winmodens PCI, vemos que nos mostra a entrada correspondente aos dispositivos desse tipo no diretório /proc/; para vê-la, executamos:

root@surviving$ cat /proc/pci
PCI devices found:
Bus 0, device 0, function 0:
Host bridge: nVidia Corporation nForce2 AGP (different version?) (rev 162).
Prefetchable 32 bit memory at 0xe0000000 [0xe3ffffff].
Bus 0, device 0, function 1:
RAM memory: nVidia Corporation nForce2 Memory Controller 1 (rev 162).
Bus 0, device 0, function 2:
RAM memory: nVidia Corporation nForce2 Memory Controller 4 (rev 162).
Bus 0, device 2, function 0:
USB Controller: nVidia Corporation nForce2 USB Controller (rev 164).


Outro comando que nos permite ver informação sobre os dispositivos PCI que temos em nossa máquina é o chamado 'lspci', que nos oferece uma saída similar à seguinte:

root@surviving:~$ lspci
00:00.0 Host bridge: nVidia Corporation nForce2 AGP (different version?) (rev a2)
00:00.1 RAM memory: nVidia Corporation nForce2 Memory Controller 1 (rev a2)
00:00.2 RAM memory: nVidia Corporation nForce2 Memory Controller 4 (rev a2)
00:00.3 RAM memory: nVidia Corporation nForce2 Memory Controller 3 (rev a2)
00:00.4 RAM memory: nVidia Corporation nForce2 Memory Controller 2 (rev a2)
00:00.5 RAM memory: nVidia Corporation nForce2 Memory Controller 5 (rev a2)
00:01.0 ISA bridge: nVidia Corporation nForce2 ISA Bridge (rev a4)
00:01.1 SMBus: nVidia Corporation nForce2 SMBus (MCP) (rev a2)
00:02.0 USB Controller: nVidia Corporation nForce2 USB Controller (rev a4)
00:02.1 USB Controller: nVidia Corporation nForce2 USB Controller (rev a4)
00:02.2 USB Controller: nVidia Corporation nForce2 USB Controller (rev a4)
00:04.0 Ethernet controller: nVidia Corporation nForce2 Ethernet Controller (rev a1)
00:08.0 PCI bridge: nVidia Corporation nForce2 External PCI Bridge (rev a3)
00:09.0 IDE interface: nVidia Corporation nForce2 IDE (rev a2)
00:1e.0 PCI bridge: nVidia Corporation nForce2 AGP (rev a2)
01:06.0 Multimedia audio controller: Creative Labs SB Live! EMU10k1 (rev 07)
01:06.1 Input device controller: Creative Labs SB Live! MIDI/Game Port (rev 07)
02:00.0 VGA compatible controller: nVidia Corporation NV18 [GeForce4 MX - nForce GPU] (rev a3)


Para dispositivos do tipo ISA, isto é, pnpdump, como definem os próprios desenvolvedores, "ISA Plug-And-Play devices resource information", podemos obter dados de grande valor. Também podemos usar isapnp.

root@surviving:~$ pnpdump
# $Id: pnpdump_main.c,v 1.27 2001/04/30 21:54:53 fox Exp $
# Release isapnptools-1.26
#
# This is free software, see the sources for details.
# This software has NO WARRANTY, use at your OWN RISK
#
# For details of the output file format, see isapnp.conf(5)
#
# For latest information and FAQ on isapnp and pnpdump see:
# http://www.roestock.demon.co.uk/isapnptools/
#
# Compiler flags: -DREALTIME -DHAVE_PROC -DENABLE_PCI -DHAVE_ SCHED_SETSCHEDULER -DHAVE_NANOSLEEP -DWANT_TO_VALIDATE
#
# Trying port address 0273
# Trying port address 027b
# Trying port address 0283
# Trying port address 028b
# Trying port address 0293
# Trying port address 029b
# Trying port address 02a3
# Trying port address 02ab


Finalmente, se nosso dispositivo é do tipo PCMCIA, o seguinte comando se adaptará às nossas necessidades:

root@surviving:~$ cardctl ident
no pcmcia driver in /proc/devices


Como podem ver, neste caso não há nenhum driver PCMCIA em minha máquina. E citando o exposto no Howto, também podemos nos valer de "fórmulas" mais gerais, com as seguintes:

~$ cat /proc/interrupts
CPU0
0: 8475499 XT-PIC timer
1: 24644 XT-PIC i8042
2: 0 XT-PIC cascade
4: 600566 XT-PIC serial
5: 0 XT-PIC ohci_hcd:usb1, ohci_hcd:usb2, eth0
7: 1 XT-PIC parport0
8: 3 XT-PIC rtc
9: 1 XT-PIC acpi
10: 2490 XT-PIC Trident Audio
12: 798874 XT-PIC i8042
14: 33253 XT-PIC ide0
15: 148184 XT-PIC ide1
NMI: 0
LOC: 0
ERR: 0
MIS: 0

Acima visualizamos o conteúdo do arquivo /proc/interrupts.

Outra opção é nos fixarmos nos logs que geram o kernel em /var/log/messages.2, por exemplo, buscando com o comando greep a cadeia de caracteres 'pci':

root@surviving:~$ cat /var/log/messages.2 | grep pci
May 24 22:03:08 surviving kernel: ehci_hcd 00:02.2: irq 3, pci mem cebb7000
May 25 12:00:27 surviving kernel: ehci_hcd 00:02.2: irq 3, pci mem cebb7000
May 25 19:03:51 surviving kernel: ehci_hcd 00:02.2: irq 3, pci mem cebb7000



UMA BOA FORMA DE SABER A VERSÃO DE UM PROGRAMA - SE DESCONHECEMOS A MANEIRA "LIMPA" DE FAZÊ-LO - É IR ATÉ O DIRETÓRIO /USR/DOC/ E VERIFICAR O CORRESPONDENTE A CADA SOFTWARE.


Façamos uma pequena pausa depois de ver tantos comandos e suas saídas. Os comandos expostos até o momento, com seus respectivos parâmetros, nos servem para encontrar informação sobre nosso winmodem, no caso em que o scantTool tenha falhado. A saída de cada um deles apresenta-nos muitos dados.

Primeiro vimos o que se passava quando tínhamos um dispositivo PCI usando o comando 'lspci' e analisando a informação da entrada correspondende á mesma plataforma, em /proc/pci (que visualizamos mediante o comando cat ou, por exemplo, o comando more, para maior comodidade). Finalmente, não deixem de experimentar a seguinte combinação do comando lspci: "lspci - vv" e scanpci.

Por outro lado, quando falávamos de dispositivos ISA - PnP, nos valíamos de comandos tais como pnpdump e isapnp. Finalmente, utilizamos cardctl para dispositivos PCMCIA e dos logs gerados pelo kernel para encontrar informações sobre dispositivos PCI, por exemplo. Este último comando, tranquilamente, poderia adaptar-se a qualquer um dos outros.

PREPARAR O KERNEL

Suponhamos que em alguns dos métodos acima citados verificamos qual o chipset de nosso winmodem (que pode variar, inclusive, entre os mesmos fabricantes), e vimos que existe um driver para esse winmodem disponível para GNU/Linux. Bom, primeiro, tivemos sorte; segundo, o passo que devemos dar antes de compilar qualquer código fonte de driver é preparar o kernel, que deverá contar com os seguintes módulos ativos:


root@surviving$ lsmod

ppp_deflate 3512 1 (autoclean)
zlib_inflate 18980 0 (autoclean) [ppp_deflate]
zlib_deflate 18648 0 (autoclean) [ppp_deflate]
bsd_comp 4440 0 (autoclean)
ppp_async 7744 1 (autoclean)
ppp_generic 16380 3 (autoclean) [ppp_deflate bsd_comp ppp_async
slhc 5264 1 (autoclean) [ppp_generic


CHEGA DE TEORIA: VAMOS À PRÁTICA

Como dissemos anteriormente, o objetivo desta nota é fornecer os conceitos gerais que permitam averiguar que chipset temos em nosso winmodem, para em seguida consultar, por exemplo, linmodems.org e ver se existem drivers disponíveis. De qualquer maneira, vamos brindá-lo com uma brevíssima explicação acerca de como fazer funcionar os drivers para Linux dos winmodens com chipset Lucent Apollo (ISA) e Mars (PCI). Os modens Lucent AMR não são suportados pelo driver.

Respondendo àqueles que perguntarem por que escolhemos esse driver e não outro: este driver oferece seu código fonte, é especialmente designado para várias distribuições, e não devemos nos esquecer de que ele suporta kernels das séries 2.4.x e 2.6.x. Por fim, um dos fatores mais importantes que nos levaram a falar sobre drivers de modens deste fabricante é que a Lucente é a fabricante que tem maior quantidade de modens suportados por GNU/Linux em seus modelos: L56xAF, L56xL, L56xMF, L56xM+S e DSP1648.

Em continuação, encontrarão instruções, primeiro para núcleos da série 2.4 e, em seguida, para núcleos da série 2.6, ambos suportados por um mesmo driver.

Antes de mais nada, ocupemo-nos de contar com os requerimentos necessários para o driver funcionar:

Gcc 2.91.66, make 3.77, binutils 2.9.1.0.25, patch 2.5, util-linux 2.10o, modutils 2.4.0, e2fsprogs 1.19, pcmcia-cs 3.1.21 y ppp 2.3.11.


O próximo passo consiste em conseguir o código fonte correspondente à série 2.4.x, disponível em www.heby.de/ltmodem, onde encontraremos diferentes versões do driver, em pacotes destinados a diferentes distribuições; assim como também arquivos binários e outros com o código fonte puro.

Uma vez descarregado o arquivo, no nosso caso, ltmodem-8.26a.tar.gz, descompactamo-lo; vamos até o diretório criado e executamos a ferramenta de detecção de modem (similar àquela antes mencionada) para ver se nosso winmodem é encontrado e conectado.

root@surviving:~$ cd ltmodem8.26a
root@surviving:~/ltmodem-8.26a$ ./ scanmodem


Os passos que devemos seguir para construir o módulo, instalar o modem e deixá-lo funcional são:

root@surviving:~$./build_module
root@surviving:~$./ltinst2
root@surviving:~$./autoload


Assim o modem estará instalado; só restará terminar alguns detalhes que vamos ocultar por uma simples questão de espaço, mas se chegaram até aqui, não terão maiores incovenientes.

Agora, se tivermos a má sorte de encontrar problemas, podemos testar os seguinte comandos para ver como nosso sistema está identificando o winmodem, em questão. Os dados obtidos podem ser úteis para saber, por exemplo, se nosso modem Lucent se encontra entre aqueles suportados pelo driver. Digitamos:

# lspci -v
00:0a.0 Communication controller: Lucent Microelectronics 56k WinModem (rev 01)
Subsystem: Lucent Microelectronics LT WinModem 56k
Data+Fax+Voice+Dsvd
Flags: bus master, medium devsel, latency 0, IRQ 12
Memory at da800000 (32-bit, non-prefetchable) [size=256]
I/O ports at b800 [size=8] I/O ports at b400 [size=256]
Capabilities: [f8] Power Management version 2


Não deixem de ler a documentação do driver, muito completa e, por certo, fundamental para o entendimento dessa nota. Em continuação, notem o "00:00a.0" entre os dados obtidos para poder voltar a buscar informações com o comando lspci, desta vez com os argumentos -nv:

# lspci -nv
00:0a.0 Class 0780: 11c1:0440 (rev 01)
Subsystem: 11c1:0440
Flags: bus master, medium devsel, latency 0, IRQ 12
Memory at da800000 (32-bit, non-prefetchable) [size=256]
I/O ports at b800 [size=8]
I/O ports at b400 [size=256]
Capabilities: [f8] Power Management version 2


Os modens suportados por ltmodem.o têm os seguintes números de identificação:




Ignorando o 0x, podemos ver que a ID 11c1:0442 se encontra com o termo (el rango) 11c1:0440-045c, que deveria ser suportado por ltmodem.o. Se os datos obtidos não coincidem com os presentes na tabela, lamentamos dizer que seu winmodem não é suportado pelo driver.

Agora vejamos como manejar com o driver correspondente à série 2.6.x. Necessitaremos do código fonte e do arquivo correspondente; podemos obtê-los de linmodems.technion.ac.il/packages/ltmodem/kernel-2.6/, onde até o momento em que este artigo é escrito, o arquivo correspondente ao código fonte mais atualizado era ltmodem-2.6-alk-4a.tar.gz. Os requerimentos para a instalação do driver são:

a) Kernel 2.6.x (versões superiores a 2.6.6 todavia estão sendo testadas, mas devem funcionar).
b) Habilitar a opção serial_core dentro da configuração do núcleo Linux.

A primeira coisa que precisamos fazer é criar o dispositivo /dev/ttyLT0, no caso de ainda não o termos utilizado, por exemplo, na versão do driver para a série 2.4.x, já que estaria criado. Então executamos:

root@surviving$ mknod --mode=0640 /dev/ttyLT0 c 62 64


Em seguida trocamos o grupo e o dono para que coincida com /dev/ttyS0. Vemos o usuário e grupo que teremos de colocar:

root@surviving$ ls -l /dev/ttyS0


Agora criamos um link para o diretório /dev/modem:

root@surviving$ ln -s /dev/ttyLT0 /dev/modem


Trocamos o usuário e o grupo do dispositivo /dev/ttyLT0:

root@surviving$ chgrp dialout /dev/ttyLT0


O passo seguinte é descompactar o código fonte em /usr/src/modules:

root@surviving$ cd /usr/src/modules
root@surviving$ gzip -d ltmodem-2.6-alk-4a.tar.gz
root@surviving$ tar -xvf ltmodem-2.6-alk-4a.tar
root@surviving$ cd ltmodem-2.6-alk-4a


Efetuamos:

root@surviving$ make clean


Editamos o arquivo Makefile e trocamos a variável KERNEL_DIR: coloquemos, por exemplo, "KERNEL_DIR:=usr/src/linux-2.6/", mediante:

root@surviving$ joe Makefile


E colocamos o correspondente na variável KERNEL_DIR.

Outra maneira de fazer, sem editar o arquivo Makefile, é a seguinte:

root@surviving$ make KERNEL_DIR=/usr/src/kernel-2.6.6/
make -C /usr/src/kernel-source-2.6.6 SUBDIRS=/usr/src/
modules/ltmodem-2.6-alk-4 modules
make[1]: Entering directory `/mnt/compile/src/kernel-source-2.6.6'
CC [M] /usr/src/modules/ltmodem-2.6-alk-4/lt_modem.o
CC [M] /usr/src/modules/ltmodem-2.6-alk-4/serial.o
LD [M] /usr/src/modules/ltmodem-2.6-alk-4/ltmodem.o
LD [M] /usr/src/modules/ltmodem-2.6-alk-4/ltserial.o
Building modules, stage 2.
MODPOST
CC /usr/src/modules/ltmodem-2.6-alk-4/ltmodem.mod.o
LD [M] /usr/src/modules/ltmodem-2.6-alk-4/ltmodem.ko
CC /usr/src/modules/ltmodem-2.6-alk-4/ltserial.mod.o
LD [M] /usr/src/modules/ltmodem-2.6-alk-4/ltserial.ko
make[1]: Leaving directory `/mnt/compile/src/kernel-source-2.6.6'


Vemos os drivers:

root@surviving$ ls -l *.ko


Criamos o diretório para os drivers em /lib/modules/2.6.6/:

root@surviving$ mkdir /lib/modules/2.6.6/ltmodem


Agora copiamos os drivers até localização:

root@surviving$ cp *.ko /lib/modules/2.6.6/ltmodem/


Checamos as permissões, o nome do usuário e do grupo:

root@surviving$ ls -l /dev/modem /dev/ttyLT0
lrwxr-xr-x 1 root root 11 2004-10-18 23:15 /dev/modem ->
crw-r----- 1 root root 62, 64 2004-10-18 23:15 /dev/ttyLT0


Inserimos lt_serial.ko, serial_core.ko e ltmodem.ko

root@surviving$ modprobe ltserial


Verificamos que foi carregado:

root@surviving$ lsmod
Module Size Used by
ltserial 6596 0
serial_core 22368 1 ltserial
ltmodem 567088 1 ltserial


Editamos o arquivo /etc/wvdialconf, completando os campos correspondentes com os seguintes dados:

Dialer Defaults
Modem = /dev/modem
Baud = 115200
Init1 = ATZ
Init2 = ATQ0 V1 E1 S0=0 &C1 &D2 +FCLASS=0
ISDN = 0
Modem Type = Analog Modem
; Phone =
; Username =
; Password =


Agora editamos o arquivo localizado em /etc/ppp/options, com os seguintes valores:

usepeerdns
asyncmap 0
auth
crtscts
lock
hide-password
modem
proxyarp
lcp-echo-interval 30
lcp-echo-failure 4
noipx


Um dos últimos passos que devemos dar é completar o arquivo /etc/modprobe.conf com estas linhas:

alias /dev/modem ltserial
alias char-major-62 ltserial
alias /dev/tts/lT0 ltserial


Agora tentamos nos conectar:

root@surviving$ wvdial &


Se tudo sair bem, só teremos que acrescentar nosso nome de usuário e senha quando for solicitado.

Para terminar a sessão do wvdial, escrevemos:

# fg wvdial


E terminamos pressionando CTRL+C.

CONCLUSÃO

No início deste artigo explicamos diferentes maneiras de obter recursos para conhecer informações relevantes acerca de nosso winmodem. Em seguida vimos como configurar uma mesmo driver sob versões das séries 2.4.x e 2.6.x do kernel.

Não se trata de um tema simples, mas dando os passos corretos e da devida maneira, não deveríamos encontrar nenhum problema.

Lembrem-se de pesquisar, acumular a maior quantidade de informação disponível sobre o hardware que há na sua máquina e testar diferentes versões de um mesmo driver.

Desejamo-lhes boa sorte com sua nova conexão, e não deixem de consultar as listas de discussão relacionadas com o tema, onde sempre encontrarão pessoas dispostas a ajudar e sem os quais teria sido impossível escrever este artigo. Saudações a todos.

Juan Marcelo Rodríguez




SITES ÚTEIS

Listagem de modens PCI e suas relações com GNU/Linux
65.70.147.202:8080/gromitkc/pci_list.html

Listagem de chipsets e suas respectivas relações com GNU/Linux
65.70.147.202:8080/gromitkc/dips/roster.html

Excelente fonte de recursos disponíveis sobre winmodens
65.70.147.202:8080/gromitkc/winmodem.html

Winmodens e GNU/Linux
www.heby.de/ltmodem

Conhecido site sobre winmodens eGNU/Linux
www.linmodems.org

 
posted by Franco at 10/25/2006 | 0 comments
10.24.2006


Um abade resolveu convidar algumas pessoas para uma grande festa de arromba.

De Sitter chegou primeiro, como o salão estava vazio, rapidamente foi embora. Hubble não quis saber da festa, fugiu tão rápido que ficou vermelho de tanto correr. Hoyle e Narlykar foram, mas ficaram todo tempo parado. Gamow traquina resolveu aquecer o ambiente gelado fazendo uma fogueira, o que deixou Hoyle nervoso, que começou a andar e soltar improprérios, ninguém sabe como.

Dicke e Pebles ficaram encarregados do som, mas todo mundo reclamou que só tinha chiados. Penzias e Wilson foram chamados para ajudar, mas culparam os pombos por terem estragado o equipamento.

Para piorar tinham poucas mulheres na festa. Mas seja dita a verdade, Madame Curie estava radiante, em compensação Emily Noether se manteve constantemente calada em seu canto. Goepert Mayer tentou nuclear algumas outras garotas, mas foi embora quando sentiu uma gota d´agua caindo do céu.

Irritados, a gangue de Guth, Linde, Starobinky resolveram explodir tudo muito rapidamente e a festa acabou. Sobraram alguns fiapos de cordas que Vilenkin resolveu levar para casa e fazer alguns tecidos para a próxima festa.
 
posted by Franco at 10/24/2006 | 0 comments
10.20.2006


P: Você sabe porque que o Heisenberg nunca teve filhos?
R: Porque quando ele acertava o momento, errava a posição, e quando acertava a posição, errava o momento!!!

P: Quantos físicos teóricos são necessários pra se trocar uma lâmpada?
R: Não importa quantos, eles vão ficar horas tentando provar matematicamente que o seu jeito de trocar a lâmpada é melhor que o do outro e, enquanto isso, um experimental trocou a lâmpada e eles nem perceberam.

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Pelo princípio da incerteza de Heisenberg, se você sabe a que velocidade está dirigindo, então você está perdido...

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Os buracos negros foram criados quando Deus dividiu por zero.

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Escrito em algum lugar: Heisenberg PODE ter estado aqui.

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Aviso em uma porta de um laboratório de ótica:
- NÃO olhe para o laser com o olho que ainda lhe resta.

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"A física está para a matemática, assim como o sexo está para a masturbação"

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"Só duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana, e só tenho dúvidas quanto ao universo."
Albert Einstein
 
posted by Franco at 10/20/2006 | 1 comments
10.19.2006


Existe gravidade no espaço? Humanos usam somente 10% de seus cérebros? Cabelos continuam crescendo depois que morremos? Animais podem mesmo prever desastres?

Esses e outros mitos comentados nesse link.

Fonte: Ueba.

 
posted by Franco at 10/19/2006 | 1 comments
10.18.2006


Um matemático: 4 com certeza.

Um estatístico: Algo entre 3,99...9 e 4,00...01

Um físico: Depende, estamos falando de soma vetorial, tensorial, relatividade, soma escalar?...

Um engenheiro: Bota 5 que aguenta.

Um contabilista: Quanto você quer que seja?
 
posted by Franco at 10/18/2006 | 0 comments
10.17.2006



ENERGIA NUCLEAR ECOLOGICA PARA EL HOGAR



Me he visto obligado a escribir este articulo para plasmar experiencias prácticas he realizado en torno al tema de la energía nuclear a pedido de muchos me han pedido haga referencias del caso

El tema es que la energia nuclear es un tema ha sido mal enfocado y mal usado desde el principio de los tiempos, desde el descubrimiento de las radiaciones y de los esposos Curie, el Uranio y todo eso derivó en una tecnología actualmente es muy compleja, de elevado costo, peligrosa y contaminante por sus desechos hace posible esta energía solo esté disponible para los paises pueden costear tales gastos además que nunca esta forma de energía se podria llevar al hogar o usarla para impulsar automóviles o alimentar un generador eléctrico para nuestras casas por la misma razón antes citada, pero si miramos a nuestro alrededor la enorme cantidad de procesos de desintegracion y de reacciones nucleares nos rodean por todos lados acá en la Tierra vemos que SI se puede hacer un sistema nuclear simple, ecológico y muy barato

Cosas tan cotidianas como descargas electricas, rayos,etc,... producen reacciones nucleares, eso incluye también procesos ocurren en simples y cotidianos circuitos eléctricos, si podemos diseñar un circuito eléctrico produzca una reacción nuclear dentro del mismo en forma estable, controlada todo está determinado
 
posted by Franco at 10/17/2006 | 0 comments
10.16.2006


Marie e Pierre Curie estavam radiantes de felicidade.

Einstein estava relativamente curioso.

Ampere estava preocupado com as pesquisas correntes.

Ohm resistiu.

Boyle alegou estar sob pressão.

Thomas Edison achou a idéia brilhante.

Heinsenberg estava incerto quanto a sua presença.

Hertz prometeu que futuramente aumentará sua freqüência.

Henry estava induzudo em não comparacer.

Darwin alegou que é necessária mais evolução.

Schroedinger precisou levar seu gato ao veterinário.

Descartes estava pensando.

Newton sofreu um acidente de carro.

Pascal so foi por pressão.

Laplace disse que tinha grande probabilidade de aparecer.

Kelvin reinou absoluto.

Kamerlingh Onnes foi mas ninguem conseguiu segura-lo na festa.

Lorentz foi contrariado, mas esticou sua permanencia na festa.

Boltzmann apareceu e aumentou a algazarra.

Maxwell soltou seus demônios.

Carnot foi e voltou, foi e voltou.
 
posted by Franco at 10/16/2006 | 1 comments